Você acredita no amor?

Despesas da casa - como dividir de forma justa?

Hoje em dia, a maioria das mulheres trabalha fora e recebe um salário. Logo, o papel do homem provedor, que deve ganhar para sustentar a casa, morreu, virou passado. Atualmente, os casais dividem as contas de casa proporcionalmente. Aí vem a pergunta: proporcionalmente a que?

A divisão é feita da seguinte forma: somam-se todos os gastos comuns do casal, ou seja, condomínio, aluguel, luz, empregada, supermercado, TV a cabo etc e divide-se esse valor igualmente por dois. Essa é a maneira mais justa de se fazer a divisão dos custos. Mas e se um ganha mais que o outro? Como fazer?

Bom, nesse caso, o(a) parceiro(a) que ganha mais tem duas opções: guardar a sobra e fazer uma poupança para seu futuro ou do casal ou gastar tudo da maneira que bem entender. É muito importante o alinhamento entre os parceiros sobre as expectativas futuras do dinheiro e ter uma conversa clara a respeito.

Além disso, a pessoa que ganha mais pode pagar jantares fora ou comprar algum item para casa que tenha vontade. Depende da dinâmica de cada casal.

Mas e se um ganha menos do que o necessário para pagar sua metade das contas? Bom, nesse caso o(a) parceiro(a) que ganha mais tem que estar ciente da responsabilidade de arcar um pouco mais com as contas da manutenção da casa. Isso não é errado, muito pelo contrário, afinal não escolhemos nossa cara metade pelo bolso (bom, pelo menos não todo mundo) e não tem problema algum em pagar uma fatia maior das contas.

Nesse caso, o mais importante é que o(a) parceiro(a) que ganha menos não demonstre acomodação com a situação, ou seja, deixe claro para o outro que está atrás de melhores oportunidades e está fazendo todo o necessário para ganhar mais. O sentimento de acomodação pode acabar com um relacionamento, pois não tem como se orgulhar de uma pessoa acomodada.

As contas da casa não devem ser dividas proporcionalmente ao salário. Apenas divididas em dois valores exatamente iguais. Essa é uma dica importante, pois assim nenhum dos dois terá o sentimento de ajudar mais ou menos. A pessoa com salário maior se esforçou para consegui-lo. Não é correto que arque com mais gastos, a não ser que isso tenha sido estipulado entre vocês. No caso de um dos parceiros ter um gasto extra como pagamento de pensão para filhos de um primeiro casamento, a regra deve ser a mesma. Dividir o custo da casa atual por dois e paga sua parte.

Porém, fica aqui o nosso conselho: não importa quanto cada um ganhe, tente sempre dividir as despesas para que jamais, em alguma discussão você tenha que ouvir “sou eu que banco essa casa, e você ainda me diz o que fazer?”, ou qualquer frase parecida.

E lembre-se: viva de acordo com seu poder aquisitivo e guarde sempre uma parte do seu ganho por mês. Isso significa que não vocês não devem buscar um padrão de vida para o que os dois ganham juntos, mas sim um pouco inferior, dessa forma sempre haverá sobra de dinheiro e o futuro de vocês estará um pouco mais garantido!

por Carol Waldeck - Portal do amor

Seu relacionamento já não é aquele do início do namoro - o que mudou?

Seu(sua) parceiro(a) está diferente?


Por: Carol Waldeck

No início conhecemos uma pessoa. Essa pessoa é cheia de vida, brilhante, alegre, bem humorada, e quando percebemos já estamos apaixonadas(os). Porém, com o tempo, passa a ficar de mau humor com freqüência, está sempre reclamando e parece que a vida é um peso.

Ficamos sempre muito chateadas(os) quando percebemos que nosso(a) parceiro(a) mudou, que não é mais o(a) mesmo(a) do início do relacionamento. Alguma coisa aconteceu para que ele(a) olhasse a vida de outra forma. O importante nesse momento é entender o que está acontecendo, para então definir se esta mudança pode levar ao fim do relacionamento.

Muitos são os fatores que podem afetar uma pessoa, como por exemplo o envelhecimento/amadurecimento, que pode provocar mudanças de pontos de vista e julgamentos, a chegada de um filho, além é claro de fatores como estresse causado por problemas no emprego e desestabilidade financeira. Por fim, e infelizmente, seu(sua) parceiro(a) pode mudar, pois não quer mais o relacionamento, mas não sabe como terminar. Por isso, antes de sofrer e imaginar o pior, é importante identificar a razão da mudança.

Algumas vezes julgamos errado quem realmente está mudando no relacionamento. Por isso, é muito importante saber: você tem certeza que seu(sua) parceiro(a) é quem está mudando? Ou será que você está diferente por diversas razões e acaba vendo ele(a) de outra forma? Saber a resposta para essas perguntas é a chave para entender o que está acontecendo.

Definiu que o problema é realmente com seu(sua) parceiro(a), então está na hora de entender o que está acontecendo, afinal dependendo do motivo você será afetada(o) diretamente. Algumas etapas são importantes nesse momento:

Não comece uma briga: faz tempo que você imagina o que pode estar acontecendo e na hora da conversa a emoção fala mais alto. Com isso você perde toda a razão. Portanto, tenha certeza que está bem emocionalmente para essa conversa. Prepare o que vai falar e o que quer descobrir. Tente lembrar algum fato que tenha marcado essa mudança, exemplos são muito importantes para ajudar seu(sua) parceiro(a) a entender o que está acontecendo.

De tempo para justificativas: deixe ele(a) explicar calmamente o que está acontecendo. Depois de dizer como você está se sentindo devido às mudanças, é o momento dele(a) falar, e ele(a) merece o mesmo tempo para falar o que precisa. Algumas vezes você vai ouvir que a mudança no comportamento dele(a) está relacionada a uma mudança no seu. Não transforme em uma lavagem de roupa suja, tentem juntos chegar aos pontos que incomodam cada um e analisem a possibilidade de pararem com certas atitudes.

Na maioria das vezes as mudanças estão relacionadas à problemas no trabalho ou na família e uma conversa franca vai ajudá-los a equilibrar o relacionamento. Porém, em alguns casos, a mudança de comportamento está relacionada com o fim do amor, com o aparecimento de outra pessoa, e, nesse caso, a conversa não será tão fácil e você precisa estar preparada(o).

O que ajuda é que apesar de não querermos enxergar, normalmente conseguimos ter uma boa idéia do que está acontecendo com nosso(a) parceiro(a). Se você o(a) conhece bem é capaz de saber que tipo de assunto o(a) está  preocupando.

Conversem. Respeitem o espaço um do outro. Decidam o melhor futuro do relacionamento pontuando sempre o que é importante e essencial para cada um ser feliz.